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A União de Freguesias de Arentim e Cunha promoveu no passado domingo a II Feira de S.
Martinho, iniciativa que demonstrou a união e dinamismo das gentes
desta localidade.A feira, que teve como palco o adro da igreja de Arentim, reuniu as associações locais nas mais diversas áreas, desde a educação ao desporto passando pela cultura.
“O objectivo é envolver e unir as pessoas. Constitui também uma oportunidade para as associações de Arentim e Cunha angariarem verbas para as suas actividades”, disse José Manuel Afonso, presidente desta união de freguesias.
Nesta Feira de S. Martinho marcaram presença com a venda de produtos e demonstração de actividades, a ADICA - Associação de Defesa do Idoso e Crianças de Arentim, o Catel de Cunha, a Associação de Pais e Encarregados de Educação de Arentim, a Associação de Pais e Encarregados de Educação de Cunha, o grupo Cénico de Arentim, a Comissão de Festas de Arentim e a Acdrarentim- Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de Arentim.
A falta de colaboração de S. Pedro foi colmatada com a animação e boa disposição de muitas pessoas que passaram pelo recinto da feira, onde não faltaram os produtos da terra, os petiscos e, claro, as castanhas.
O presidente da câmara de Braga marcou presença na iniciativa e até participou numa dança do Rancho Folclórico de Cunha. Ricardo Rio referiu que estas iniciativas constituem “um excelente estímulo para a promoção da união entre as pessoas”, acrescentando que a presença das várias associações locais é também demonstrativa do espírito de comunidade que começa a ser construído entre as duas freguesias.
Fonte: "Correio do Minho" 17-11-2014
Ultimas
Resultante de uma parceria entre a Casa do Povo de Tadim e a junta de
freguesia local, abriu ontem a Loja Social de Tadim. O projecto tem como
objectivo responder a situações graves de pobreza, abrangendo não só a
população da freguesia mas, sobretudo, das localidade vizinhas, como
Vilaça, S.Martinho, Arentim, Piscos, Ruílhe, Cunha, entre outras.Nesta fase inicial, a loja social, inserida no projecto ‘Tadim Solidário’, deverá abranger perto de 8 mil habitantes, podendo ainda crescer no futuro, de acordo com as necessidades existentes no terreno.
Apresentando-se como uma estrutura de apoio social e familiar, a Loja Social de Tadim, localizada próxima da igreja paroquial da localidade, pretende colmatar as necessidades primárias e imediatas das famílias, sobretudo ao nível da alimentação e vestuário, sendo, no entanto, objectivo do projecto fazer a distribuição de outros bens, nomeadamente brinquedos, material didáctico e equipamentos domésticos. As pessoas que queiram beneficiar desta apoio em altura de crise deverá deslocar-se à Junta de Freguesia de Tadim onde será feita uma triagem e avaliação de cada caso. Sendo a alimentação uma necessidade básica, constitui também uma das prioridades desta loja social.
“Nós temos uma parceria já confirmada com uma empresa local e estamos em conversações com mais duas”, diz o presidente da junta, Manuel Faria. O autarca de Tadim referiu que a criação da loja social era uma ideia “pensada há já algum tempo”, com o objectivo de fazer chegar os seus serviços aos casos de pobreza mais envergonhada. António Vila, da Casa do Povo de Tadim, afimou também que este “é um momento feliz”, um momento de partilha para com todos os que estão a enfrentar situações muito difíceis, referindo-se, sobretudo, ao casos de pobreza envergonhada.
O pároco da freguesia, padre João Torres, que também marcou presença nesta cerimónia de abertura, enalteceu a “conjugação de forças” para a criação deste projecto que vai ao encontro daquilo que, na linguagem cristã, é o verdadeiro sentido da palavra “esmola”. O pároco apela aos cidadãos para darem não aquilo que já não querem, mas sim aqui que ainda possa ser válido e servir o outro.
A Loja Social de Tadim é apoiada por cerca de 20 voluntários, “número suficiente”, segundo o autarca da freguesia, para o bom funcionamento da loja.
Fonte: "Correio do Minho" 16-11-2014
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É verdade! Já tinhamos saudades. As corridas de carrinhos de rolamento vão mesmo voltar ao rolódromo de Ruilhe. è já no próximo dia 30 de Novembro de 2014 Esta é uma iniciativa a cargo da Associação sem fins lucrativos Landsolidário e pela Comissão de Festas de Santa Luzia. As receitas reverterão a favor da Comissão de festas de Santa Luzia. É verdade que estas corridas em Ruilhe já foram noticia em todo país e nas suas últimas edições contaram com a participação de pilotos de todo país. Foram realizados 9 Grande Prémios e o último remonta já a 2007, organizados pela Confraria do Assado. Tal foi a projeção desta prova que os grandes prémios tomaram inclusivamente a designação de internacionais.
Há já pilotos com o sangue a fervilhar!
Mais informações na págima do facebook https://www.facebook.com/rolamentosruilhe.
O que esperas?. Prepara o teu bólide e vem participar!
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A história repete-se. A vespa velutina, também conhecida por ‘vespa asiática’, continua a causar estragos no concelho, nomeadamente na freguesia de Ruílhe.
Uma situação que está a alarmar a população local que se sente ameaçada por estes insectos que já provocaram mortes na Europa.
No sábado passado, duas crianças de 11 e 9 anos, Pedro Simões e Ana Simões foram atacadas por estes insectos ‘gigantes’ quando brincavam no jardim na freguesia de Ruílhe (felizmente sem consequências).
Detectada pela primeira vez em Portugal, em 2011, no Minho, este insecto de origem asiática (‘Vespa velutina nigrithorax’) representa “uma ameaça de peso” para as abelhas, devendo o seu alastramento ser travado, pois constituiria “uma tragédia para a actividade apícola e para os ecossistemas”, diz a Quercus.
Aliás, esta situação foi também alertada pelos residentes de Ruílhe que referem que “as abelhas deixaram de ser vistas nas árvores de fruta e nas flores das diversas plantas. Uma planta que no ano passado era polinizada por centenas de abelhas, actualmente não se vê uma única abelha”.
Preocupados com as consequências provocadas pelo insecto, os moradores deixam o alerta às autoridades responsáveis que, segundo o morador Amadeu Simões, “ainda não se deram conta da gravidade do problema que vai alterar o ecossistema e vai ter influência directa na agricultura”.
Fonte: Correio do Minho
Local
A história das populações e o percurso de vida de muitas pessoas ficam marcadas por enormes mistérios, alguns dos quais nunca se conseguem esclarecer.
Um dos maiores mistérios que ocorreu na freguesia de Ruílhe, concelho de Braga, foi a morte do seu pároco, ocorrida em 1899, passam agora 115 anos.
Tudo aconteceu nos primeiros dias de Outono de 1899 (dia 26 de Setembro), quando um rapazinho da freguesia passava, por volta das cinco horas da manhã, pelo lugar da Igreja, dessa freguesia, e se deparou com um cenário horroroso, uma vez que encontrou, jazido no chão e envolto numa poça de sangue, o padre Domingos da Cunha Almeida Peixoto.
Perante um cenário tão horrendo, o rapaz decidiu de imediato dar conhecimento à família do pároco e ainda ao regedor da freguesia, que logo mandou chamar as autoridades judiciais e administrativas de Braga.
Esta triste notícia percorreu logo as freguesias vizinhas de Ruílhe, e depressa chegou à cidade de Braga. Logo nessa manhã, não faltavam os palpites acerca desta misteriosa morte que, para uns, tinha sido o resultado de um assassinato à facada e, para outros, fora o resultado de uns tiros disparados contra o padre.
Da parte da tarde chegou a Ruílhe o juiz de direito e respectivo escrivão, o subdelegado e ainda os conhecidos médicos Francisco Pinheiro Torres e Alfredo Machado.
Da autópsia efectuada, concluiu-se que a morte do padre Almeida Peixoto tinha sido consequência de cortes efectuados por um objecto, e que lhes perfurara a pele e os músculos, atingindo a artéria, provocando uma enorme hemorragia e, consequentemente, a morte.
Perante estes dados, o mistério manteve-se em Ruílhe. Há a referir que o padre tinha sido o responsável pela confecção de um jantar, dado na freguesia de Priscos, por ocasião de um baptizado, e que quando regressava a casa transportava com ele uma faca de cozinha, que media 40 centímetros.
Outro dado confirmado é que em redor do padre, e numa área com vários metros, viam-se enormes poças de sangue, mas não havia indícios de crime que fossem esclarecedores.
Estranho foi ainda as pessoas terem encontrado, no casaco do padre, uns papéis, um relógio e uma importante quantia de 210 réis, que permaneceram junto ao cadáver. Também junto ao cadáver estava a faca que media 40 centímetros e o cão que acompanhava o padre.
Em relação à faca, há a referir ainda que esta apresentava-se contorcida na sua ponta.
O padre Almeida Peixoto deixou o local do baptizado, em Priscos, por volta das 23 horas, atravessando a freguesia de Tebosa em direcção a Ruílhe, onde se situava a sua residência, tendo sido vítima desta morte horrenda. Tinha 50 anos e era natural da freguesia de S. Paio de Merelim, onde foi sepultado.
Nos dias seguintes à morte do padre Almeida Peixoto, os boatos acerca deste caso mantinham-se bem vivos por toda esta região. Um deles referia-se à hipótese de ser efectuada nova autopsia ao cadáver do padre, uma vez que a primeira não tinha sido conclusiva para o tribunal. Também a faca e o casaco do padre foram novamente analisados, para verificarem se conseguiam retirar mais provas deste enigmático caso.
Duas semanas após a morte do padre de Ruílhe, as dúvidas quanto às causas deste estranho caso mantinham-se. No Tribunal, o juiz multiplicava-se em interrogatórios a várias pessoas de Priscos, Tebosa, Ruílhe e outras freguesias vizinhas. Ainda no Tribunal foram várias as pessoas a apresentarem o seu testemunho, destacando-se aqui os padres de Cunha e de Vilaça e ainda o comissário da polícia de Braga.
Associado a todo este mistério, a própria comunicação social da altura foi chamada a depor em tribunal, uma vez que as redacções dos jornais ‘Correspondência do Norte’ e ‘Cruz e Espada’ insistiam com o tribunal para que não parassem com as investigações, uma vez que deduziam estar-se perante um misterioso assassinato.
Quando passam 115 anos deste enigmático caso, creio ser importante recordar este facto, pois se ocorresse hoje, seria notícia de abertura de muitos telejornais, e dele seriam feitas várias reportagens.
Fonte : Correio do Minho
Autor: Joaquim Gomes
Um dos maiores mistérios que ocorreu na freguesia de Ruílhe, concelho de Braga, foi a morte do seu pároco, ocorrida em 1899, passam agora 115 anos.
Tudo aconteceu nos primeiros dias de Outono de 1899 (dia 26 de Setembro), quando um rapazinho da freguesia passava, por volta das cinco horas da manhã, pelo lugar da Igreja, dessa freguesia, e se deparou com um cenário horroroso, uma vez que encontrou, jazido no chão e envolto numa poça de sangue, o padre Domingos da Cunha Almeida Peixoto.
Perante um cenário tão horrendo, o rapaz decidiu de imediato dar conhecimento à família do pároco e ainda ao regedor da freguesia, que logo mandou chamar as autoridades judiciais e administrativas de Braga.
Esta triste notícia percorreu logo as freguesias vizinhas de Ruílhe, e depressa chegou à cidade de Braga. Logo nessa manhã, não faltavam os palpites acerca desta misteriosa morte que, para uns, tinha sido o resultado de um assassinato à facada e, para outros, fora o resultado de uns tiros disparados contra o padre.
Da parte da tarde chegou a Ruílhe o juiz de direito e respectivo escrivão, o subdelegado e ainda os conhecidos médicos Francisco Pinheiro Torres e Alfredo Machado.
Da autópsia efectuada, concluiu-se que a morte do padre Almeida Peixoto tinha sido consequência de cortes efectuados por um objecto, e que lhes perfurara a pele e os músculos, atingindo a artéria, provocando uma enorme hemorragia e, consequentemente, a morte.
Perante estes dados, o mistério manteve-se em Ruílhe. Há a referir que o padre tinha sido o responsável pela confecção de um jantar, dado na freguesia de Priscos, por ocasião de um baptizado, e que quando regressava a casa transportava com ele uma faca de cozinha, que media 40 centímetros.
Outro dado confirmado é que em redor do padre, e numa área com vários metros, viam-se enormes poças de sangue, mas não havia indícios de crime que fossem esclarecedores.
Estranho foi ainda as pessoas terem encontrado, no casaco do padre, uns papéis, um relógio e uma importante quantia de 210 réis, que permaneceram junto ao cadáver. Também junto ao cadáver estava a faca que media 40 centímetros e o cão que acompanhava o padre.
Em relação à faca, há a referir ainda que esta apresentava-se contorcida na sua ponta.
O padre Almeida Peixoto deixou o local do baptizado, em Priscos, por volta das 23 horas, atravessando a freguesia de Tebosa em direcção a Ruílhe, onde se situava a sua residência, tendo sido vítima desta morte horrenda. Tinha 50 anos e era natural da freguesia de S. Paio de Merelim, onde foi sepultado.
Nos dias seguintes à morte do padre Almeida Peixoto, os boatos acerca deste caso mantinham-se bem vivos por toda esta região. Um deles referia-se à hipótese de ser efectuada nova autopsia ao cadáver do padre, uma vez que a primeira não tinha sido conclusiva para o tribunal. Também a faca e o casaco do padre foram novamente analisados, para verificarem se conseguiam retirar mais provas deste enigmático caso.
Duas semanas após a morte do padre de Ruílhe, as dúvidas quanto às causas deste estranho caso mantinham-se. No Tribunal, o juiz multiplicava-se em interrogatórios a várias pessoas de Priscos, Tebosa, Ruílhe e outras freguesias vizinhas. Ainda no Tribunal foram várias as pessoas a apresentarem o seu testemunho, destacando-se aqui os padres de Cunha e de Vilaça e ainda o comissário da polícia de Braga.
Associado a todo este mistério, a própria comunicação social da altura foi chamada a depor em tribunal, uma vez que as redacções dos jornais ‘Correspondência do Norte’ e ‘Cruz e Espada’ insistiam com o tribunal para que não parassem com as investigações, uma vez que deduziam estar-se perante um misterioso assassinato.
Quando passam 115 anos deste enigmático caso, creio ser importante recordar este facto, pois se ocorresse hoje, seria notícia de abertura de muitos telejornais, e dele seriam feitas várias reportagens.
Fonte : Correio do Minho
Autor: Joaquim Gomes
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