Select Menu
» » Escola do 1º Ciclo de Vilaça com destino traçado
«
Proxima
Mensagem mais recente
»
Anterior
Mensagem antiga

A Junta e Assembleia da União de Freguesias de Vilaça e Fradelos não baixam os braços e prometem lutar até ao fim pela manutenção da Escola Básica do 1.º ciclo (EB1) de Vilaça.

Na luta estão também os pais que querem que os seus filhos continuem naquela escola à porta da qual vão concentrar-se na próxima segunda-feira, pelas 19 horas.

O presidente da Junta, José Manuel Martins, reafirmou ontem aos jornalistas o seu descontentamento depois de ter sido surpreendido, no início desta semana, por um telefonema a dar conta de uma ordem de ‘Lisboa’ para retirar o equipamento informático da escola.
Numa altura em que corre no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga uma providência cautelar - que foi aceite e de acordo com a Junta tem efeitos suspensivos - José Manuel Martins afirma que “é um escândalo o Agrupamento estar a pressionar os pais para escolherem outra escola para os filhos”.

Em relação à providência cautelar, o presidente da Assembleia de Freguesia, Henrique Gonçalves, justifica que ela se sustenta na extinção do requisito legal para encerrar a escola que tem mais que o número mínimo definido pelo próprio Ministério da Educação. Neste contexto, Henrique Gonçalves considera que “há  condições para reavaliar a situação da EB1 de Vilaça uma vez que cumpre os requisitos legais para continuar a funcionar” e alimenta a “expectativa de que a justiça funcione”.



O presidente da Junta critica ainda o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, cobrando “as promessas de que o assunto estava a ser tratado por ele no Ministério da Educação” e o compromisso assumido no sentido de defender a escola de Vilaça “até às últimas”. “O que eu vejo é que nada foi feito pela Câmara Municipal de Braga para que a Escola de Vilaça não encerrasse” afirma José Manuel Martins, que lembra que fez vários pedidos ao presidente da Câmara para diligenciar junto da tutela.

O autarca desabafa que “Vilaça não merece esta situação” e não põe de parte levar o descontentamento até à Câmara Municipal.

O presidente da Assembleia de Freguesia fala mesmo em “perseguição a Vilaça”, denunciando que nesta matéria “não há interesse público, há interesse partidário”. Henrique Gonçalves garante que a freguesia vai “lutar até ao fim” e que o próximo passo será apresentar uma queixa porque “não há motivo para fechar esta escola”.


Fonte: Correio do Minho

Autor Radio Triangulo - Ruilhe, Arentim - Cunha

Esta é uma breve descrição no bloco de autor sobre o autor. Você edita-lo, no html
«
Proxima
Mensagem mais recente
»
Anterior
Mensagem antiga

Sem comentários

Comentarios