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O encerramento de mais de 300 escolas do primeiro ciclo não tem impacto na despesa pública, garante o ministro da Educação. Nuno Crato admite poupanças em alguns casos, mas também há outros em que até poderá haver acréscimo de custos por causa do transporte dos alunos.
O governante assegura que o encerramento de escolas não é motivado por questões financeiras, mas sim com o objectivo de dar melhores condições de educação e sociabilização aos alunos.
O Ministério da Educação e Ciência anunciou que vai fechar 311 escolas do 1º ciclo do Ensino Básico e integrá-las em centros escolares ou outros estabelecimentos de ensino, no âmbito do processo de reorganização da rede escolar.
"O novo ano lectivo terá início em infra-estruturas com recursos que oferecem melhores condições para o sucesso escolar. [Os alunos] estarão integrados em turmas compostas por colegas da mesma idade, terão acesso a recursos mais variados, como bibliotecas e recintos apropriados a actividades físicas e participação em ofertas de escola mais diversificadas", refere a tutela, em comunicado.

Veja AQUI a lista de escolas a encerrar. As escolhas foram tornadas públicas depois de as respectivas administrações e autarquias terem sido informadas.

O distrito de Viseu é aquele que vai ver mais escolas encerradas (57), seguem-se os distritos de Aveiro e Porto, cada um deles vai perder mais de 40 escolas do primeiro ciclo.

O ministério de Nuno Crato assegura, mais uma vez, que este processo foi realizado em articulação com as câmaras tentando sempre que possível encontrar consensos. No comunicado enviado às redacções avisa, no entanto, que o processo de reorganização da rede vai prosseguir no próximo ano lectivo. 
Fonte: Radio Renascença

Autor Radio Triangulo - Ruilhe, Arentim - Cunha

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